domingo, 24 de junho de 2012


Edilberto Bérgamo é natural de São Gabriel. Com sete anos de idade ganhou seu primeiro acordeom, uma gaita de oito baixos, instrumento com a qual começou seus estudos.
Músico, arranjador e compositor iniciou sua carreira artística profissionalmente aos quatorze anos com o grupo musical Minuano, do estado do Paraná.
De volta ao Rio Grande do Sul, começou a participar de
festivais nativistas onde, atualmente, é nome consagrado, tendo conquistado várias premiações como instrumentista, arranjador, compositor e intérprete, em festivais como Musicanto, Estância da Canção Gaúcha, Um Canto para Martin Fierro, Reponte da Canção Gaúcha, Canto dos Cardeais, Ponche Verde, Reculuta de Guaíba, Canto Sem Fronteira, Grito do Nativismo, Coxilha Nativista, Aldeia da Música do Mercosul, Galponeira de Bagé, Canto Alegretense da Canção Gaúcha, entre outros.

Como arranjador, destaca seu trabalho nos discos Enchendo os Olhos de Campo, de Gujo Teixeira e Luiz Marenco; Luiz Marenco ao Vivo; Coplas de Andarengo, de César Oliveira; Coplas Terra Morena e Pampiana de Fé, do Grupo Alma Musiqueira; De Bota e Bombacha, de Mauro Moraes, Luiz Marenco e José Cláudio Machado; e De Rédeas na Mão, de Jari Terres.

Em 1999, junto com João Marcos “Negrinho” Martins, Egbert Parada, Luiz Clóvis Girard e Gustavo Teixeira fundou o grupo Alma Musiqueira, gravando os CDS Coplas Terra Morena e Pampiana de Fé.

Em 2003, convidado por Luiz Carlos Borges participa do Festival De Las Nueve Lunas de Consquín, em Córdoba, Argentina, integrando o grupo Viajantes da Pampa.

Em dezembro de 2007, a convite do compositor e instrumentista argentino Yayo Cáceres, gravou uma participação no documentário sobre chamamé El Rio Sueña.

Lançou como instrumentista os seguintes trabalhos: Alma Guarany (2004), Fronteiro (2005) e Chamamérica (2008). Como intérprete, em 2008, lançou o CD Recuerdo, com letras de Guilherme Collares e composições de sua autoria.

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